quinta-feira, 4 de junho de 2015

A Caravana de Junho de 2015


NOSSOS IRMÃOS, OS ANIMAIS
 Os animais, como as criaturas humanas, sentem necessidade de carinho, compreensão e amizade. Eles têm a capacidade de corresponder ao carinho recebido, mostrando-se sensíveis a quem os brinda com afeição.
Em um circo de Londres, certa vez, um elefante muito famoso começou a demonstrar sinais de loucura. Por isso foi acorrentado e enjaulado. Como era um animal muito conhecido, quando as autoridades policiais optaram pelo sacrifício de Bozo, o circo abriu um espetáculo especial para o público.
Todos queriam ver o sacrifício de Bozo. O povo, ansioso, lotou as arquibancadas, as cadeiras e os camarotes.
De repente, uma grande cortina se abriu e apareceu uma gigantesca jaula com Bozo, furioso, andando de um lado para o outro, louco.
Os atiradores especiais, convidados para o sacrifício, estavam a postos. O povo mal respirava.
Então um homem negro chegou ao circo, foi direto ao picadeiro e se apresentou ao gerente com um documento nas mãos. Depois de ler o documento, o gerente riu e falou alto:
Senhores, este homem quer entrar na jaula. Ele afirma que conseguirá amansar a fera.
Como o homenzinho insistisse no seu pedido e afirmasse que se responsabilizaria por tudo que lhe pudesse acontecer, a porta da jaula foi aberta e ele entrou.
Sereno, começou a cantar uma estranha melodia. A princípio, Bozo reagiu agressivo. Mas o homem continuou a cantar com ternura.
O animal entrou naquele ritmo e foi se acalmando. Depois se deitou. O herói tocou em sua tromba e foi jogado, com carinho, no dorso do animal. Pediu, então, que desacorrentassem Bozo e abrissem a jaula. O elefante, feliz, passeou com ele pelo picadeiro várias vezes, curado da estranha loucura.
Estava de novo calmo e dócil. O povo aplaudia e as crianças riam de felicidade.
Perguntado, o homem explicou:
Eu sou indiano, da mesma terra de onde veio este animal. Durante toda a sua infância, Bozo ouviu o dialeto indiano. Brincou com as crianças e quando elas o banhavam e o alimentavam à beira dos riachos, cantavam melodias indianas e conversavam com ele.
Bozo havia adoecido de saudades de sua terra natal. Saudade daquelas crianças que o amavam, saudade dos riachos e dos campos onde brincava.
Bozo fora vendido para a Inglaterra. A língua estranha, os costumes diferentes, o cativeiro, o adestramento para trabalhar no circo, a ausência da alegria das manhãs na Índia, o fizeram enlouquecer de saudade e de dor.
Ao ouvir a canção familiar, reviveu os momentos felizes e se curou.
Um detalhe: o homenzinho hindu não era outro senão Rudyard Kipling, Prêmio Nobel de Literatura, autor do famoso poema Se, traduzido para o nosso idioma por Guilherme de Almeida.
*   *   *
É conduta cristã proteger os seres inferiores da criação. Por isso, constitui generosidade apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais.
É importante não perseguir nem aprisionar animais pelo simples prazer de os manter próximos, em jaulas e gaiolas douradas.
Evitar a matança indiscriminada somente para atender a satisfação de alguns caprichos alimentares ou para ganhar troféus.
Não permitir maus tratos, nem trabalhos excessivos aos animais, devotando-lhes estima e cuidados como nos merece toda a obra da criação divina.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 33, do livro Conduta espírita, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Waldo Vieira, ed. Feb e no cap. 32, do livro Para sempre em nosso coração, de Maria Anita Rosas Batista, ed. Minas Editora. Em 31.1.2013.
 OS ANIMAIS, NOSSOS IRMÃOS
 Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço,  pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor. A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim. Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.
A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono.
Não chegue perto. Ele pode morder.
Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza.
*   *   *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de  atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
Redação do Momento Espírita. Em 20.05.2008.
 CONVITE MANHÃ COM JESUS
Convidamos a todos para participarem do Encontro “Manhã com Jesus”, cujo tema será “FÉ INABALÁVEL”, a ser realizado no dia 28/06/2015, às 08h30min. Contamos com a presença de todos.
ESTÁ FALTANDO CRISTO NO CORAÇÃO HUMANO
Não podemos negar que estamos abalados com os crimes praticados por menores em nossa cidade, porém, não podemos entrar no clima da revolta e da perturbação. Por essa razão temos dito sempre que está faltando Cristo em nossas vidas, está faltando perdão no coração humano; Amor ao Próximo; e Amor ao Inimigo. Enfim, precisamos construir uma sociedade mais fraterna, e realmente cristã. Isso é o de que, de fato, estamos precisando urgentemente na atualidade. Tudo isso é bem verdade tem por base a educação moral. Ora, como a verdadeira caridade se constitui em um dos mais sublimes ensinamentos que Deus deu ao mundo, devemos, por essa razão, amar os criminosos como filhos de Deus, orando para que eles se arrependam para obterem o perdão e a misericórdia. Por outro lado, nós seremos mais culpados se negarmos o perdão a eles, pois esses irmãos não conhecem a Deus e nem a Jesus, como nós felizmente conhecemos. Jesus deixou bem claro quando nos ensinou a orar: "Pai, perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos os nossos devedores". E como obter o perdão de Deus para as nossas faltas, se desejamos, como vingança, a morte dos assassinos sem dar-lhes a devida chance para se arrependerem? Precisamos, portanto, edificar a base de nossa sociedade através da orientação espiritual dirigida às crianças e aos jovens, orientação que possa despertar neles o amor ao próximo, o amor a Deus, enfim, a vivência dos ensinamentos cristãos. Infelizmente muitos pais só se preocupam em levar os filhos ao Maracanã, à praia, ao shopping, e são incapazes de conduzi-los aos Templos Religiosos, de acordo com a sua religião. Não há dúvida de que a causa de todos esses acontecimentos infelizes está na falta de Cristo no coração das crianças e dos adolescentes, porque ingressam na fase adulta desprovidos de valores morais elementares. Portanto, eduquemos nossos filhos antes que seja tarde demais, para amanhã não chorarmos lágrimas de sangue. Infelizmente, muitos já estão chorando diante dos filhos presos atrás das grades, pela omissão em educá-los verdadeiramente, sob a égide de Jesus. Se você quer dar orientação espiritual ao seu filho ligue para o CEERJ, e peça o endereço do Centro Espírita mais próximo da sua residência: tel: 2224-1244, no qual funcione uma Escola Espírita de Evangelho para crianças, e Mocidade Espírita para jovens e adolescentes.
Gerson Simões Monteiro Presidente da Rádio Rio de Janeiro

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LIVRO DO MÊS



FRANCISCO DE ASSIS
Espírito Miramez – psocigrafia de João Nunes Maia
Amigo e seguidor de Francisco de Assis na personalidade de Shaolin - irmão Luiz, Miramez, descreve lances desconhecidos da vida e da obra de Francisco de Assis e enfoca a ação inestimável dos Espíritos enobrecidos pelas conquistas morais, em colaboração direta com Jesus na direção deste planeta, que dotado de todos os recursos necessários, oferece estágio redentor aos recalcitrantes do equívoco, no cumprimento das Leis Divinas.

COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES ASSISTENCIAIS
AMBULATÓRIO MÉDICO
Quartas-feiras, às 14h.
CAMPANHA DO QUILO
2º domingo do mês, às 9h.
DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS
1º domingo do mês, às 9h.
DISTRIBUIÇÃO DE ENXOVAIS PARA BEBÊS
Inscrição: segundas-feiras, às 15h (a partir do 7º mês)
Distribuição: última segunda-feira do mês, às 15h.
DISTRIBUIÇÃO DE LEITE-CRIANÇAS ATÉ 3 ANOS
Segundas-feiras, às 14h.
DISTRIBUIÇÃO DE ROUPAS E CALÇADOS
Quartas-feiras, às 14h30min.
OFICINA DE INFORMÁTICA
Crianças da Evangelização: sábados, das 9h15min às 10h30min.
Centro de Evangelização Escola Teresa de Jesus: quartas, das 9h às 11h.
OFICINA DE PINTURA, PONTO DE CRUZ E CROCHÊ
Segundas, às 14h.
SALA DE COSTURA / BAZAR
Segundas-feiras, às 14h.
SOPA DAS QUARTAS-FEIRAS
Quartas-feiras, às 14 h.
SOPA DA POPULAÇÃO EM RUA
3º sábado do mês.

CAMPANHAS EM ANDAMENTO

Leite em pó integral, óleo vegetal, sal, espaguete, farinha de mesa e fubá; cobertores de adultos; conjuntinhos de camisinhas de pagão de malha, fraldas de tecido, calças enxutas, chupetas, mamadeiras, tecidos para lençóis e toalhas de banho para recém-nascidos (cores neutras, para ambos os sexos), mamadeiras, sabonetes infantis e alfinetes para fraldas.
Agradecemos pela grande colaboração!

REUNIÕES PÚBLICAS
PROGRAMAÇÃO DE JUNHO DE 2015
DOMINGOS, ÀS 9H
DIA
TEMA
07
OS ANIMAIS E O HOMEM
14
RELAÇÕES DE SIMPATIA E ANTIPATIA
21

DOENÇAS E DOENTES

28

A CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE ATUAL

SEGUNDAS-FEIRAS, ÀS 20H
DIA
TEMA
01

A CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE ATUAL

08
RELAÇÕES DE SIMPATIA E ANTIPATIA
15

DOENÇAS E DOENTES

22
OS ANIMAIS E O HOMEM
29
HOMOSSEXUALISMO
QUINTAS-FEIRAS, ÀS 14H30MIN
DIA
TEMA
04

A CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE ATUAL

11
RELAÇÕES DE SIMPATIA E ANTIPATIA
18

DOENÇAS E DOENTES

25
OS ANIMAIS E O HOMEM
SEXTAS-FEIRAS, ÀS 20H
DIA
TEMA
05

A CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE ATUAL

12
RELAÇÕES DE SIMPATIA E ANTIPATIA
19

DOENÇAS E DOENTES

26
OS ANIMAIS E O HOMEM
SÁBADOS, ÀS 15H
DIA
TEMA
06
OS ANIMAIS E O HOMEM
13
RELAÇÕES DE SIMPATIA E ANTIPATIA
20

DOENÇAS E DOENTES

27

A CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE ATUAL


CENTRO ESPÍRITA NAIR MONTEZ DE CASTRO
Presidente: Teresinha C. Maranhão
Vice-Presidente: Terezinha Vianna
Rua Vilela Tavares 173 - Lins de Vasconcelos
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 20.725-220
CNPJ: 73.956.559/0001-63 - Telefone: 2595-5462
Inscrição Estadual: 346.856.00
Inscrição Municipal: 02432170


COORDENAÇÃO DE ASSUNTOS DOUTRINÁRIOS
ATENDIMENTO FRATERNO
§ Segundas, das 19h45min às 20h20min.
§ Terças, das 16h45min às 17h20min.
§ Quintas, das 14h40min às 15h20min e 19h.
§ Sextas, das 17h às 18h30min.
§ Domingo, das 8h30min às 9h.
CENTRO DE EVANGELIZAÇÃO “ESCOLA TERESA DE JESUS”
Segundas, quartas e sextas, das 8h às 11h.
ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (Introdutório):
§  Sextas, das 20h às 21h30min.
§  Sábados, das 16h45min às 18h15min.
ESDE - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”:
§  Domingos, das 8h às 9h30min.
§  Sextas, das 20h às 21h30min.
§  Sábados, das 16h45min às 18h15min.
ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS
Sábados, das 16h45min às 18h15min.
ESTUDO DO EVANGELHO
(Trabalhadores do CENMC)
Segundas-feiras, às 16h.
ESTUDO DO LIVRO OS MENSAGEIROS”:
§  Segundas, das 19h40min às 21h10min.
§  Quintas, das 16h30min às 18h.
CURSO DE ESPERANTO VI
(Sexto módulo)
Quintas-feiras, das 10h às 11h30min.
EVANGELIZAÇÃO
Sábados, das 9h15min às 10h30min e 15h às 16h.
JUVENTUDE I E II
Sábados, das 15h às 16h.
REUNIÃO DE DISCIPLINA MEDIÚNICA
Segundas, às 18h45min; terças, às 18h; quartas, às 16h15min e às 20h; sábados, às 14h30min.
REUNIÕES PÚBLICAS
Segundas e sextas, às 20h; quintas, às 14h30min; sábados, às 15h; domingos, às 9h.
REUNIÕES DE TRATAMENTO
Terças, às 18h; quintas, às 19h30min; sextas, às 18h (para depressivos).